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VIANA – CIDADE MORTA

Este é o repositório de 5 anos de histórias de uma cidade que quis ser criativa

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fotografia

“Quando as imagens dos objectos iluminados penetram num compartimento escuro através de um pequeno orifício e se recebem sobre um papel branco situado a uma certa distância desse orifício, vêem – se no papel, os objectos invertidos com as suas formas e cores próprias”. (Leonardo da Vinci (1452/1519) in Codex Atlanticus)”

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Fotografia de A a Z

Porto de Viana do Castelo.JPG
Porto de Viana do Castelo” por Paulo CaldeiraObra do próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons.

Calotipia – Processo pioneiro, antecessor da actual fotografia negativo/positivo, inventado por William Fox Talbot em 1836 e registado na Real Academia de Ciências de Londres em 1841. Basicamente consiste na execução de um negativo em papel sensibilizado com nitrato de prata, através de uma câmara escura e posteriormente estabilizado numa solução de hipossulfito de sódio. Quando pronto e seco, positiva-se por contacto directo, num papel idêntico.      

Heliografia – Designação do processo quando descoberto em 1822 por Joseph Niépce que tinha o problema de não se poder reproduzir as imagens. Apenas havia uma única cópia em positivo e que levava horas, dias a ser feita. Daguérre desenvolve este conceito com a descoberta da imagem latente, processo que levava apenas alguns minutos para a criação de uma imagem. 

Fotografia – Processo que consiste na fixação em meio físico (digital ou não) de uma imagem a partir dos raios luminosos que a compõem normalmente através de uma câmara fotográfica.

Fonte de Luz – Emissor de luz, natural ou artificial.

Material Fotossensível – Material que reage por acção física de fontes de luz.

Câmara Fotográfica – Equipamento que permite o registo de imagens sobre material fotossensível.      

Visor – Local por onde se visualiza o enquadramento nas câmaras fotográficas.

Sistema de Focagem – Sistema que permite regular a focagem do meio óptico.      

Sistema Óptico – Conjunto de lentes, que acoplado ao corpo da câmara fotográfica, permite a convergência para o plano da película fotossensível, da imagem a registar.

Fotómetro – Aparelho que permite a quantificação da luz existente. Pode estar integrado na câmara ou ser exterior à mesma.      

ISO – Escala numérica estabelecida pela “International Standard Organization”, que determina a sensibilidade de produtos fotossensíveis, entre outros materiais.      

Escala de diafragmas – Indica qual o diâmetro efectivo de passagem da luz através do meio óptico.      

Tempo de exposição – Escala que indica qual o tempo programado para abrir o obturador.

Fotómetro – quantifica os valores lumíneos do assunto a fotografar indicando a relação velocidade de obturação/diafragma necessária para cada imagem em função do valor ISO utilizado. São três, as escalas a controlar na câmara fotográfica: ISO, diafragma e velocidade de obturação.

Diafragma – mecanismo composto por um conjunto de lâminas metálicas que se abrem e fecham consoante a abertura que escolhemos. Um diafragma de grande qualidade vê-se pelo número de lâminas que tem, quantas mais melhor.       

A importância do diafragma é vital na profundidade de campo, ou seja, nas distâncias entre as quais todos os objectos ficam bem focados. Profundidade de campo é tudo o que está nítido para cá,  no  sentido da máquina, e para lá, no sentido do infinito, do plano focado.

Exposição – é a energia lumínea da imagem fotográfica, controlada pelas opções tempo de exposição/diafragma. Cada câmara oferece modelos de controlo da luz diferentes. Uma máquina sem qualquer mecanismo limita-se a trabalhar com uma certa condição de luz, enquanto uma máquina com mecanismo que permite uma vasta gama de combinações de velocidades e diafragmas permite trabalhar numa grande variedade de condições de luz.

Objectiva – Sistema óptico formado por um ou mais grupos de lentes convergentes e divergentes montadas num tubo, com resultado óptico convergente.

Lentes zoom: Possuem a habilidade de variar a distância focal e com isso mudar a ampliação da imagem simplesmente girando um anel no corpo da lente. Por exemplo: uma lente 28-200mm torna possível fotografar em grande angular e em tele a partir do mesmo lugar.

Lentes de distância focal fixa: As lentes de distância focal fixa oferecem um único ângulo de visão. Isso quer dizer que não é possível alterar o tamanho da imagem sem mudar a posição do local de onde se fotografa. Entretanto, as lentes de distância focal fixa oferecem aberturas maiores, focagem mais simples e são projectadas para um fim específico.

Lentes macro: Usam óptica avançada para gravar imagens em tamanho real ou maiores. Estas características estão disponíveis em lentes com distância focal fixa ou zoom. Por exemplo: Uma lente macro com razão de 1:1 produz imagens em tamanho real no filme, 1:2 produz imagens com metade do tamanho real e 1:3 um terço do tamanho real.

ASP Aspherical Lenses: Os elementos não esféricos de uma lente podem reduzir o numero total de elementos necessários num tipo de lente. Eles podem melhorar o desempenho e ao mesmo tempo reduzir o peso e o tamanho da lente. As lentes Aspherical maximizam a qualidade óptica e minimizam o tamanho e o peso das mesmas. As lentes Aspherical reduzem alguns problemas normalmente associados a grandes angulares e zooms.

Distância focal – É a distância que vai do ponto nodal (centro da objectiva onde os raios de luz incidem) até ao ponto focal (onde está colocado o filme ou o sensor e os raios focam).  

Estabilizador de imagem – é uma função das câmaras de vídeo e fotográficas que evita o estremecimento das captações. Permite imagens regulares e não tremidas. Os estabilizadores de imagem electrónicos trabalham o estremecimento por meio de cálculos, os sistemas ópticos compensam o tremer da câmara através dos respectivos deslocamentos da lente, enquanto os estabilizadores de imagem mecânicos se posicionam directamente no sensor de imagem.

Fotografia Digital – Em vez de rolos fotográficos a Fotografia Digital usa cartões de memória. Existem diversos formatos de cartões utilizáveis nas máquinas digitais. Os mais frequentemente usados são os Compact Flash (CF) e os Smart Media (SD).

Tratamento de imagem – Significa manusear a imagem (num software específico) procurando melhorar a qualidade e o detalhe das fotografias depois de captadas pelo sensor da máquina afinando cor, contraste e saturação.

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Afinal o que é a Verdade?

MANIPULAR É MENTIR. MANUSEAR É DESCOBRIR.

Cada objecto tem uma história

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