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VIANA – CIDADE MORTA

Este é o repositório de 5 anos de histórias de uma cidade que quis ser criativa

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A Romaria da Agonia 2013

A edição 2013 da Romaria da Agonia terminou em grande. Agora é tempo de fazer o balanço depois de criada a página do facebook das Festas de Viana.

Câmara de Viana gem site alojado em domínio público

A Câmara Municipal de Viana do Castelo entregou por vários milhares de euros (até hoje não divulgados oficialmente) a feitura de um novo site para o município vianense. O caso não revelaria nenhum celeuma, não fosse o facto de tal página ter sido realizada por uma empresa que possui ligações à mesma empresa que fez a campanha autárquica do actual presidente da autarquia e de, parte do conteúdo estar ainda alojado em domínio privado.
O caso é ainda mais grave quanto, todo o repositório do município se encontra em servidores do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e a Câmara Municipal ter optado por entregar a um privado o que poderia fazer “em casa”.

Nome de domínio / Domain Name: cm-viana-castelo.pt

Data de registo / Creation Date (dd/mm/yyyy): 31/08/1998Data de expiração / Expiration Date (dd/mm/yyyy): 10/06/2016Estado / Status: ACTIVE
Titular / Registrant   Municipio de Viana do Castelo   Passeio das Mordomas da Romaria    Viana do Castelo    4904-877 Viana do Castelo   Email: @cm-viana-castelo.pt
Entidade Gestora / Billing Contact   Municipio de Viana do Castelo   Email: @cm-viana-castelo.pt
Responsável Técnico / Tech Contact   Municipio de Viana do Castelo   Email: @cm-viana-castelo.pt
Nameserver Information   Nameserver: cm-viana-castelo.pt NS ns3.ipvc.pt.   Nameserver: cm-viana-castelo.pt NS ns4.ipvc.pt

Fica aqui o screenshot da evidência antes que alguém retire a ligação do “ar”. Baste que clique na imagem para aceder a esta coisa que é difícil de perceber ao comum dos mortais que paga os impostos para ver dinheiro desbaratado por políticos com pouco senso comum.

12 de Dezembro – O Dia dos Vianenses

 
O dia 12 de Dezembro de 2012 está oficialmente declarado como o dia dos Vianenses. Esta é uma data que só voltará a repetir-se em 3012! No próximo dia 12/12/12 vista-se de azul, decore as montras com um elemento azul, use um coração azul…enfim…use a imaginação e faça deste dia uma festa de esperança numa cidade que precisa de todos para se afirmar como o motor de desenvolvimento da região.  Passe a mensagem e mostre a criatividade que existe em si!

Livro pago pela Câmara de Viana envolvido em alegado caso de plágio

O antigo directo do Museu Municipal de Viana do Castelo acusa o autor do livro “Os Forais de Viana” pago pela Câmara Municipal de Viana do Castelo aquando das comemorações dos 750 anos da atribuição do foral à localidade de “plágio flagrante”. O caso passou despercebido aos pseudo-jornalistas vianenses talvez porque este é também o historiador que mais tem criticado a origem vianense de Caramuru, elevado a herói municipal pelo reinado socialista que governa a autarquia. Mas António Matos Reis publicou há poucos meses o livro original e o suposto plágio.

Dada a natureza do assunto fica aqui o documento:

http://v.calameo.com/2.3/cviewer.swf?bkcode=0008399908bc3e4cca8c9&langid=pt

Câmara de Viana sem dinheiro para pagar obras do Museu do Traje

Pode surpreender apenas quem não quis ver os sinais de alerta, mas a Câmara Municipal de Viana do Castelo não tem dinheiro para pagar as dívidas de curto prazo e corre o risco de, a não ser feita a reforma administrativa, se tornar num instrumento obsoleto de política propagandística sem precedentes. Segundo os dados agora divulgados pela Direcção Geral das Autarquias locais, o município vianense é mau pagador e quem fornece o que quer que seja à autarquia tem de esperar quase 4 meses para ver liquidadas as facturas. Muitas empresas estão a atingir o ponto de ruptura porque a autarquia não paga e o Presidente da Câmara Municipal mentiu no último relatório de actividades e contas de gerência quando afirmou que as dívidas correntes (de curto prazo) estavam a ficar resolvidas. 

 

É mesmo uma questão de ARTE

 

O documento agora divulgado pela DGAL é claro: a Câmara Municipal de Viana do Castelo está em ruptura financeira e a governação socialista entrou em colapso tanto mais que o total do Passivo da Câmara Municipal de Viana do Castelo ascendia, no final de 2011, a 76 milhões de euros. Quanto ao Passivo de Médio/Longo Prazo passou de 58.1 milhões de euros no final de 2010 para 65.6 milhões no dia 31 de Dezembro do ano passado, mas o valor já deverá estar ultrapassado há vários meses uma vez que a autarquia ainda não conseguiu sequer liquidar os trabalhos de restauro do Museu do Traje e ainda se dá ao luxo de encomendar vídeos e filmes que nunca ninguém verá.

Pena é que Viana do Castelo já só tenha um ou dois jornalistas verdadeiramente dignos dessa profissão e a quem o próprio Presidente da Câmara sonega as informações.

Bombeiros municipais de Viana não podem fazer mergulho e autarca não dáexplicações convincentes

A secção de mergulho dos Bombeiros Municipais de Viana do Castelo, único corpo profissional do concelho, não participou nas operações de socorro aos dois pescadores acidentados em Castelo de Neiva, porque estes elementos não possuem licenças atualizadas numa situação que deveria ter merecido um tratamento mais aprofundado por parte da Agência Lusa tanto mais que o presidente da Câmara de Viana do Castelo, que tutela aquela força, confirmou esta falta precisamente no mesmo dia em que o seu gabinete de imprensa divulgou mais uma nota de propaganda onde diz que “a Comissão Municipal de Emergência e Protecção Civil de Viana do Castelo acaba de emitir parecer favorável ao Plano Municipal de Emergência”.

 

 

Fotografia de Arménio Belo/Agência Lusa 

 

O caso não seria grave se não fosse o próprio autarca o responsável máximo pela Protecção Civil no concelho e ter feito realçado através de um meio público uma nota onde diz curiosamente que “o Plano Municipal é um instrumento de gestão vocacionado para sistematizar o conjunto de normas, regras e procedimentos destinados a fazer face à ocorrência de situações de acidente grave ou catástrofe que se venham a verificar em Viana do Castelo. É, simultaneamente, um instrumento preventivo e de gestão operacional já que estabelece os recursos para fazer face a acidentes ou catástrofes, define as acções a empreender, atribui as respectivas missões, e estabelece as estruturas e órgãos de coordenação e comando que as enformam”. 

Paradoxalmente, a Agência Lusa não coloca em causa a incúria com que o autarca tem tratado da questão e apenas refere uma desculpa: “os nossos elementos estão a frequentar um curso de mergulho profissional para o qual são necessários vários testes. Nesta altura, faltam realizar apenas os exames médicos numa câmara hiperbárica e, por isso, não podem fazer mergulho”. Os meios dos Bombeiros Municipais, corpo totalmente profissional e que dispõe de uma secção de mergulho com 12 elementos, chegaram a ser solicitados para apoiar a operação, atrasando as operações uma vez que houve necessidade de solicitar a presença de uma equipa dos Bombeiros Voluntários. Outra questão que a Agência Lusa não levantou foi a pertinência de saber porque razão continua o Presidente da Câmara Municipal a teimar em investir verbas do Polis em obras de fachada quando, depois de andar a fazer propaganda com um suposto Plano Estratégico onde é “vendida” a economia do mar, não existem nas barras do concelho condições para a pesca. 

Viana do Castelo não cumpre estatutos da Rede de Cidades Saudáveis

Viana do Castelo acolheu a última Assembleia Intermunicipal da Rede das Cidades Saudáveis, onde foi aprovado o Relatório e o Plano de Actividades e Orçamento para 2012 mas já não cumpre há vários anos os preceitos estatutários desta instituição sedeada no Seixal desde 1997 sob a iniciativa dos municípios como a Amadora, Coimbra, Lisboa e Oeiras. Uma vez mais, a nota de propaganda da autarquia relata um “balanço muito positivo” de todas as acções previstas pela Rede, que “propõe um investimento no desenvolvimento da saúde, colocando a ênfase nas parcerias comunitárias, na equidade, nos condicionantes da saúde, no desenvolvimento sustentável e na gestão democrática e participativa”.

 

 

Viana do Castelo foi, em 1997, uma das cidades fundadoras do movimento em Portugal que conta já com 30 cidades aderentes e que tem como missão operacionalizar as acções de promoção da saúde constantes do Plano de Desenvolvimento em Saúde, elaborado com base no Perfil de Saúde da população do Concelho, tendo em conta as prioridades de intervenção. Na altura foi mesmo criado um “Gabinete Cidade Saudável” mas a autarquia não cumpre a máxima da Organização Mundial de Saúde que aponta para a “promoção de Ambientes Saudáveis & Design, integrando considerações sobre a saúde nos processos, programas e projectos de planeamento urbano saudável, apoiando e promovendo a saúde, bem-estar, segurança e interacção social, a mobilidade e acessibilidade de todos os cidadãos”. Além disto, a autarquia não promove qualquer tipo de iniciativa relacionada com a gestão democrátiva e participativa uma vez que as decisões são sempre tomadas pela maioria socialista, aconselhada por um grupo de convidados que são chamados, de quando em quando, a validar as ideias plagiadas de outros e apresentadas como sendo iniciativa do partido que governa o município. Terá assim tantos motivos para sorrir o autarca?

 

Leia os estatutos da Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis aqui.

10 empresas estão a fechar as portas todos os meses no distrito deViana do Castelo

Dez empresas estão a fechar as portas todos os meses no distrito de Viana do Castelo desde o início de 2012, num fenómeno sem precedentes que em breve transformará o Alto Minho num território sem poder de compra, apesar dos discursos oficiais teimarem em realçar inverdades, como o caso da mais recente nota de imprensa da Câmara Municipal de Viana onde se afirma que «Viana do Castelo tem vindo a aumentar a sua atractividade comercial, empresarial e industrial, com a atracção de novos investimentos, melhorando as infra-estruturas das áreas de acolhimento empresarial e apoiando os projectos na fase de licenciamento» e que em resultado «destas políticas activas de captação de investimentos de capital estrangeiro, estão a fixar-se em Viana do Castelo novas empresas, nomeadamente no cluster das energias renováveis, na economia do mar, na floricultura e no sector automóvel».

 


 

A nota de propaganda da autarquia refere que estas declarações foram produzidas numa sessão de boas vindas ao concelho de Viana do Castelo a uma delegação de Deputados alemães do Bundestag que «visitou Portugal para conhecer o investimento que tem sido efectuado pelas empresas alemãs no país e avaliar de que forma é que esta relação entre os investidores alemães pode ser mais incrementada» tendo afirmado que «a instalação em Viana do Castelo de um dos maiores investimentos nas energias renováveis existentes em Portugal, já designado pela “AutoEuropa do Vento”, a cidade e a região beneficiaram de empregos qualificados, de serviços de logística e de uma actividade portuária crescente no domínio das exportações».

 

No entanto, a realidade local é bem outra como qualquer dos comuns vianenses pode constatar diariamente no Instituto Informador Comercial.

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Associação de Hoteleiros acusa governo de assassinar o turismo masentidade oficial diz que Viana teve mais espanhóis na Páscoa

No seguimento das imagens amplamente divulgadas pela comunicação social, que mostraram longas filas de turistas a pagar a portagem na A22 durante as mini-férias da Páscoa, num cenário de grande confusão, a APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo e a AIHSA – Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve lançam novo apelo ao Governo para a resolução urgente desta questão. Numa carta endereçada ao Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, as Associações acusam o atual sistema de pagamento eletrónico de portagens de estar a “assassinar silenciosamente” o turismo, temendo pelas graves consequências que esta imagem negativa do país está a criar.



De relembrar que, numa tentativa de contribuir para a resolução desta questão, a APHORT e a AIHSA apresentaram recentemente à Estradas de Portugal uma proposta no sentido dos turistas estrangeiros terem a possibilidade de pagar as portagens relativas às ex-SCUT’s nos hotéis e restaurantes, utilizando os terminais de pagamento que são geralmente usados para o pagamento das despesas, seja através de cartões de débito ou de cartões de crédito.

No entanto, o discurso oficial é outro: o vice-presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Júlio Meirinhos considerou que a região do Alto Minho registou um aumento na ocupação dos hotéis e restauração durante a Páscoa, o que representará um maior volume de receitas em plena altura de crise.

Fazendo valer um “estudo” de auscultação junto de empresários destes setores, a taxa de ocupação ronda os 80 por cento, um número melhor do que o registado no ano passado. Apesar da presença de galegos se manter idêntica à de 2011, a novidade deste ano passa pela resposta “massiva” do mercado interno, sobretudo de Lisboa e área envolvente. O vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal apresenta uma promoção “fatal” e a adpatabilidade da restauração à nova realidade como razões para um aumento da procura do destino Norte, e em particular do Minho. Júlio Meirinhos realça que, para além da oferta da qualidade e excelência, há outros pacotes deprodutos estratégicos que diferenciam e convencem os turistas residentes e não residentes.

Apesar da crise que assola o país, a hotelaria e restauração do Alto Minho respira de alívio neste período pascal, com uma taxa de ocupação na ordem dos 80 por cento.

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