O Governo quer ver liquidado e definitivamente encerrado o dossier Viana Polis atá ao final de 2012 e o primeiro sinal foi agora dado com o Orçamento Retificativo que prevê que a Direção-Geral de Tesouro e Finanças assuma 20 milhões de euros de dívidas “vencidas e vincendas” até 31 de Dezembro. Este dado demonstra mais uma vez que a maioria socialista que governa o município tem vindo a esconder factos aos contribuintes, como aconteceu, de resto, na notícia da Agência Lusa onde se volta da dar credibilidade a declarações de José Maria Costa segundo as quais « a diferença de três milhões de euros entre o valor cabimentado no Orçamento de Estado Retificativo (20ME) e o total da dívida da VianaPolis à banca (17ME), “poderá” dever-se a uma “margem de segurança”, tendo em conta que ainda há valores de expropriações ao abrigo do programa Polis por definir em trinunal». 

 

 

Na realidade, o que o Governo quer é que o parceiro município na Viana Polis venda a qualquer preço os terrenos do Parque da Cidade para fechar de vez esta sociedade por se ter verificado que o processo foi tão mal conduzido que só tem representado prejuízos de milhões de euros para o Estado e quer que esta decisão sirva de exemplo ao país: SE A TROIKA VEIO PARA FICAR EM PORTUGAL FOI POR TEIMOSIAS COMO ESTA!!!

 

Não deixa de ser curioso que a notícia da Agência Lusa não realce o carácter imobiliário da Viana Polis ao confundir claramente a questão do edifício jardim com o facto de a autarquia garantir que «entre os ativos da VianaPolis contam-se cerca de cinco milhões de euros em garagens e apartamentos construídos nos últimos anos e que também estão por vender».

 

Ou seja, o autarca vianense sabe que a Viana Polis passar integralmente para as mãos da adminsitração central, que a demolição vai ficar pelas meras intenções e que o património construído e adquirido vai ter de ser vendido novamente a privados.

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