A Câmara de Viana do Castelo não atribuiu tolerância de ponto aos funcionários numa justificação que não convenceu quem sabia de antemão que todo o comércio e serviços da cidade tinham consagrado na Convenção Colectiva de Trabalho a equiparação do dia de Carnaval a um feriado, apesar da decisão do Governo de não dar essa benesse aos funcionários públicos. Alguns jornalistas ligados à “voz do dono” por medo de perder as  verbas da publicidade até chegaram a teimar que o corso de Carnaval “trapalhão” de Viana do Castelo é tido como o maior da região, mas a afluência de domingo deixou muito a desejar.

Mas afinal a não tolerância de ponto acabou por levar uma estação de televisão paga com os nossos impostos a emitir uma reportagem onde os serviços camarários de transformaram num circo e o serviço dos jardins aproveitou para continuar a dizimar as árvores centenárias do Jardim Público.

As árvores em causa são, na sua maioria tílias, que definem uma alameda e um tolde sobre o passeio principal do Jardim, sendo conduzidas em porte condicionado, “em talão”, podadas de dois em dois anos, de forma a manter o seu porte ao longo de dezenas de anos, mas a autarquia não cuidou do património ecológico e agora o Jardim Público está mais despido

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