“Não felicito quem ganhou porque sou coerente e acho que os meios utilizados para vender uma imagem que não existe, foi de alguma maneira enganar os portugueses”, acrescentou o candidato, insistindo na crítica: “O que eu disse aos portugueses, e mantenho, é que o perfil do recandidato não se adequa ao exercício da presidência da República num período difícil para Portugal, em que a seriedade, a lealdade e a luta contra a corrupção e o clientelismo são fundamentais”.

Agora que a “festa” acabou e o país volta a olhar para o Jesus e para o Benfica enquanto vai pedindo empréstimos esquecendo-se que o pior ainda está para chegar, o Museu de Viana sente-se na obrigação de divulgar o que nenhum jornalista de Viana do Castelo teve a coragem de fazer: denunciar que quem fala como falou o médico do “Caramuru”  tem uma grande casa com telhados de vidro. E uma vez que o Museu de Viana faz uso da pesquisa para mostrar documentos históricos aqui ficam alguns links para quem quiser avaliar o carácter de quem deixou ficar mal toda uma cidade, a julgar pelas comentários constantes nos sites dos jornais e em blogues de todo o mundo.

CONHEÇA A ÁRVORE GENEALÓGICA DO MÉDICO DO “CARAMURU” (mas deixe isto para o fim porque primeiro tem que ver o que um cidadão impoluto e com todos os deveres cívicos cumpridos nunca faria nem que vivesse três vidas, como disse o candidato que se disse contra a corrupção e a resignação).
Clique aqui se quiser ver o documento original da contratação da filha de Defensor  Moura  para ocupar um lugar de técnica superior de informática quando este era presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
Clique aqui se quiser ver o documento original da renovação do contrato da filha de Defensor  Moura  para o lugar de técnica superior de informática quando este estava a terminar o seu reinado na Câmara Municipal de Viana do Castelo.

E se quiser até pode ver como o o médico do “Caramuru” utilizava as publicações da Câmara Municipal de Viana do Castelo para se auto-promover: CADERNOS VIANENSES 2007 São muitos os documentos para pesquisar e o Museu de Viana cumprirá o dever de publicar o que contribuir para escrever as memórias de Viana do Castelo.

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